21 de outubro de 2014

SENSIBILIDADE

(Billy Bonkers)

                                                         

                       Sinto falta de uma sonora gargalhada ...

                       Por que ninguém mais ri,
                       Despudoradamente,
                       Meneando a cabeça
                       Movendo o corpo
                       Abraçando a vida?
                       Só encontro meros sorrisos,
                       Na maioria contidos,
                       Como se mostrar alegria
                       Ainda que por instantes
                       Fosse proibido

                       Sinto falta de demonstrações reais de felicidade ...

                       Por que elas apenas aparecem,
                       Falsificadas,
                       Nas redes sociais?
                       Só encontro faces fechadas
                       Pessoas apressadas
                       Como se uma pequena pausa
                       Para olhar o céu,
                       Sem qualquer véu para se cobrir,
                       Fosse perda de um precioso tempo
                       Que, certamente, 
                       O relógio desconhece

                       Sinto falta de mãos entrelaçadas ...

                       Por que o toque é dispensado,
                       Os braços caminham em abandono
                       As mãos se ocupam de coisas outras
                       Esquecendo o afeto
                       Que pelas ruas não se presencia?
                       Só encontro "ficantes" desinteressados,
                       Oportunistas sem real sentimento,
                       Para os quais até a troca de olhares
                       É cansativa e dispensável
                       Pois estão presos aos modernos dispositivos
                       De equivocada comunicação

                       Sinto falta da verdadeira emoção,
                       Aquela transparente nos mínimos gestos ...
                       Da cumplicidade espontânea
                       Do carinho que ignora outros olhares,
                       De gente que se mostra
                       De gente que sente
                       E não se envergonha
                       Ao demonstrá-lo pelos quatro cantos                                                            Do espaços por onde passa

                        Sinto falta da tão ausente
                        Naturalidade ...
                        Aquela que já guiou nossos passos 
                        Em outra idade,
                        Do riso franco, encantado,
                        Da magia dos antigos enamorados
                        Que em sonhos traçavam planos
                        Sem preocupação com os anos
                        Ou com a realidade,
                        E capazes de amar até a saudade.

                        Talvez sinta falta, de verdade,
                        De todas as demonstrações
                        De sensibilidade ...
                        Por que se foram?
                        Por que se esconderam?
                        Com sua fuga, deixaram em seu lugar
                        Apenas carências,  insatisfações,
                        E um céu nublado, 
                        A encobrir a luz dos corações


                                                       Marilene





63 comentários:

  1. Sim, é verdade, amiga! parece que muita gente perdeu a espontaneidade!
    Saudações minhas!

    ResponderExcluir
  2. Eu também sinto falta disso e teimo em remar contra a maré, no bom dia que dou a toda a gente, mesmo que me olhem como se fosse uma marciana, no passeio de mãos dadas com o maridão, e no falar olhando sempre o outro nos olhos. Mas e rir? Atualmente a vida em Portugal não está para risos.
    Um poema muito bonito.
    Um abraço

    ResponderExcluir
  3. Oi Marilene
    Parece que a espontaneidade evaporou-se e demonstrar sentimentos é feio e pecaminoso. Infelizmente as pessoas tem deixado o belo escondido e mostram cada vez mais frias e distantes e o mundo está adquirindo uma tonalidade cinza pela falta de autenticidade e demonstrações de afeto.
    Um dia iluminado pra você Marilene
    Beijos

    ResponderExcluir
  4. Que beleza,Marilene! Há mesmo falta de sorrisos sinceros, de espontaneidade, de alegria verdadira, de verdade. LINDO te ler! bjs, chica

    ResponderExcluir
  5. Aplausos de pé minha amiga! Parabéns!
    Um dos melhores poemas, e sobre um tema importantíssimo!
    Muito bom!

    Realmente, a frieza está tomando conta das pessoas. Frieza humana, viva e espiritual. Hoje é cada um por sí, e pior... Cada um em seu próprio mundo.

    Tenha um lindo dia!

    ResponderExcluir
  6. Oi Marilene que beleza de poema. E tão verdadeiro!
    Eu sinto muita falta de tudo isto também. Você soube como ninguém, colocar tão bem está insatisfação de grande parte da humanidade. Até o seres humanos estão sendo robotizados.
    Beijos e um ótimo dia!
    Mariangela

    ResponderExcluir
  7. É a mais pura verdade a sua poesia, as pessoas estão deixando de ser, para dar lugar ao estar.
    Que pena, prefiro de verdade ser.
    Um grande beijo no coração querida Marilene.

    ResponderExcluir
  8. Olá, Marilene.
    A gargalhada que era partilhada sobre os muros que dividiam as casas, entre os vizinhos... as crianças brincando na rua e rindo...
    Eu tive uma cadela que ria quando era criança. O nome dela era Luzia.
    Onde está o riso?... Talvez perdido nessa camada opaca de virtual de ilusão com a qual cobrimos a vida. Quem sabe...
    Um abraço!

    ResponderExcluir
  9. Oi Marilene,é isso que precisamos,espalhar sorrisos e dar boas gargalhadas.
    Bjs amiga e obrigada pela visita.
    Carmen Lúcia.

    ResponderExcluir
  10. Também eu sinto falta de tudo isso e tento de toda forma não me igualar, mas às vezes me pego fazendo a mesma coisa.
    Seu poema é lindo de morrer.
    Beijo*

    ResponderExcluir
  11. Vive-se uma correria tão grande que o dia passa, as horas vão-se embora e quando se percebe, a noite nos enclausura no cansaço e dormimos para acordar para mais um dia de correria em busca da realização de objetivos. Parece que as pessoas perderam o hábito de sentar para simplesmente descontrair, rir e ser feliz. Lindo! Feliz terça.

    ResponderExcluir
  12. Amiga Marilene, belo poema, amei ler, adoro a espontaneidade, rir gostoso, eu rio muito, é de minha personalidade, sou alegre de verdade, nem ligo muito se as pessoas nem gostem disso, mas o que importa é a satisfação do espírito.
    Sei que é difícil hoje em dia encontrar pessoas assim, mas tenho sorte, sempre atraio os afins!
    Sim, pois embora seja difícil ver pessoas se comunicando com essa leveza, todas com certeza sentem falta dessa boa comunicação com alegria e diversão!
    Abraços linda amiga, com certeza com esse lindo poema despertará as almas que se encontram assim, fechadas para a vida!

    ResponderExcluir
  13. Também sinto falta de tudo isto!!!
    O mundo mudou...infelizmente para pior!

    Bjussssssssss

    ResponderExcluir
  14. Y TAN BONITO QUE ES ESTAR SIEMPRE CONTENTOS. GRAN MENSAJE.
    UN ABRAZO

    ResponderExcluir
  15. Sua poesia retrata um momento real, também sentimos muita falta. É pena que, hoje, assim seja.
    Um abraço.

    ResponderExcluir
  16. Oi Marilene,
    Poema bonito e atual.
    Esse é o retrato da nossa sociedade.
    Perdeu-se a sensibilidade e a alegria de conviver,
    Você descreveu tudo o que realmente faz muita falta.
    Bjs!

    ResponderExcluir
  17. Fazer poesia também é fazer versos que causem sacudidelas, dentro e fora das telas.

    Gostei muito. Beijinhos♥

    ResponderExcluir
  18. Pois é querida amiga, com a sua enorme capacidade de falar de assuntos sérios através
    da poesia tocou em algo que eu também subscrevo totalmente. Parece que anda tudo
    meio-morto. Gostei imenso.
    Bj.
    Irene Alves

    ResponderExcluir
  19. Marineide: Olha só que coisa tão bela. mas tens razão parece que já não há ninguém a sorrir e eu que adoro ver as mulheres a sorrir assim também sou capaz de sorrir. Estou totalmente de acordo contigo.
    Beijos
    Santa Cruz

    ResponderExcluir
  20. Olá mana,

    Também sinto falta da espontaneidade, autenticidade, do riso solto, do olhar atencioso e de gestos gentis e delicados. A vida corrida distrai as pessoas de coisas importantes. Os acontecimentos dramáticos tornam as pessoas frias, por considerá-los rotineiros. Precisa-se, urgente, resgatar-se a sensibilidade, que move o ser humano para a solidariedade e a fraternidade. Precisamos nos descompromissar um pouco mais de nossos problemas, respirar e serenizar o espírito. Somente assim as gargalhadas voltarão a ser ouvidas. E como é contagiante uma boa gargalhada. Adoro!

    Poema belíssimo. Parabéns!

    Beijão.

    ResponderExcluir
  21. Nossa tu poetiza tão lindamente Marilene, que quisera tu sentisse a emoção que me invadiu ao te ler agora.
    Hoje mesmo eu comentava com uma amiga o quanto eu adiei para retornar ao trabalho, depois de dois anos de afastamento, com medo de ter que encarar toda essa realidade tão bem descrita em seu poema.
    Também eu sinto falta disso tudo e te confesso não estar sabendo lidar muito bem com essa situação.

    Parabéns!
    Beijos com carinho.

    ResponderExcluir
  22. Marilene, não imaginas o quanto teu poema me tocou! Tiveste a extrema sensibilidade de focar um assunto que sempre é comentado nas minhas rodas de amigos, todos falando exatamente dessa falta de espontaneidade para permear as relações, o quanto estes dispositivos mecanizados vieram roubar da autenticidade que se deseja nos relacionamentos, o quanto as pessoas estão alheias ao contato íntimo de um abraço apertado, da expressão de alegria nos encontros, de se buscar os amigos para um bate-papo frente a frente... Tudo vai ficando tão distante, ninguém tem mais tempo para cultivar as boas amizades, pois toda comunicação é feita via e-mail, iPhone, etc., e é frequente ver grupos em restaurantes ou barzinhos, cada um teclando mensagens sem se importar com quem está ao lado. Triste esta constatação que soubeste bem delinear em versos primorosos. E a imagem, amiga? Que bela demonstração de alegria, de literalmente jogar tudo para o alto e rir, rir alto da vida, da gente mesmo, deixando que a gargalhada expulse os fantasmas e fale da nossa alegria para o mundo. Amei esta imagem!
    Uma bela postagem, expressiva e verdadeira.
    Que te cheguem sorrisos e estrelas no decorrer das horas dos teus dias.
    Com carinho,
    Helena
    (http://helena.blogs.sapo.pt)

    ResponderExcluir
  23. Concordo , mas ainda existe vida! Amo dar minhas gargalhadas não adianta nasci assim! Acho que também é por aí as pessoas estão se policiando o tempo todo para não ser invasivo ou "escandaloso" , então como critica-se tudo , não se dá desconto para nada ...haja freio! Pois bem , quem me conhece de perto tem que aceitar minhas risadas.Beijos querida .

    ResponderExcluir
  24. Marilene, como (te) entendo...Parece que a alegria espontânea se refugiou na complexidade dos tempos. Era comum ouvir gargalhadas. Agora apenas ecoam sussurros. Também sinto falta delas. A vida está difícil por cá. Talvez seja uma das razões. Vamos fazer um esforço para que essa alegria de criança reapareça...
    Gostei imenso do poema! Parabéns!
    Meu beijo :)

    ResponderExcluir
  25. Questo è il mondo di oggi, e sarà sempre peggiore, bella poesia. buona giornata...ciao

    ResponderExcluir
  26. Lindo, sensível e expressivo seu poema. São os traçados que reconhecemos nesse novos tempos de velocidade e invisibilidades. bjs

    ResponderExcluir
  27. A singeleza da simplicidade na identidade foi-se perdendo em favor duma identidade do "parecer o que se não é". Assim, imita-se o novo viver, ser feliz, ser apaixonado, ser rico e poderoso, ser...
    A simplicidade, morreu. O seu lugar ficou repleto de egoísmos inexplicáveis.
    Um belíssimo Poema de Reflexão e vida.



    Beijos


    SOL

    ResponderExcluir
  28. Lindissimo...fiquei maravilhado ao ler

    Deixo cumprimentos

    Estou por aqui:

    http://pensamentosedevaneiosdoaguialivre.blogspot.pt/

    ResponderExcluir
  29. Boa tarde Marilene, realmente as pessoas estão sorrindo cada vez menos, a correria do dia -a-dia é estressante... bjks que sua semana seja iluminada.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Loivarice

      Não sei o que está acontecendo, mas não consigo
      entrar em seus espaços. Aparece uma página em
      branco, com música, mas eles não abrem.
      Enviei mensagem para o e-mail que consta em seu perfil, a fim de que possa
      verificar o problema. Bjs.

      Excluir
  30. Sensibilidade para expressar o que todos sentimos diante de um mundo muitas vezes hostil.
    Muito bom Marilene
    grande escritora ,pensadora e fotógrafa! parabéns

    ResponderExcluir
  31. As pessoas so sao felizes nas redes sociais... todo mundo é perfeito... no mundo real as pessoa se fecharam... esquecem que a vida acontece no mundo real...

    Beijos...

    ResponderExcluir
  32. Marilene, como vai, tudo bem?
    Nossa, seu poema caiu como uma luva...
    É uma bela avaliação do mundo em que vivemos atualmente, onde até os sorrisos tornaram-se plastificados pelos 'selfies" da vida afora.

    Agora, as pessoas não conversam mais olhando nos olhos e sim, para a tela de um celular..
    Como pode um aparelhinho assim revolucionar o meio em que vivemos de uma forma tão radical?
    O carinho real e a gentileza pessoal estão entrando em extinção, sinceramente!
    Puxa, já faz tanto tempo que não ouço aquela gargalhada gostosa, de tirar lágrimas dos olhos, de doer a barriga! O riso natural foi trocado pelo sorriso irreal!
    Por isso que é tão importante tentar remar contra a maré, principalmente neste sentido de poder realmente viver, com intensidade, com fulgor!
    E se possível, rir até perder os sentidos e a razão...

    Belíssima querida, você emociona e brilha sempre!
    Beijos grandes e uma semana linda tanto quanto sua poesia!

    ResponderExcluir
  33. Lindíssimo poema, também sinto falta de tudo isso. Bjs

    ResponderExcluir
  34. Oi Mari

    Penso que a maior parte da responsabilidade disso fica a cargo dos "dispositivos de comunicação duvidosa". Os bate papos ao redor da mesa, ao redor do fogão, os encontros, os toques, substituídos pela imaginação, pela vida e felicidade inventadas.

    Perdeu-se muito da espontaneidade e fico pensando como será para as próximas gerações que não terão a lembrança que nos temos da espontaneidade, da vida mais simples e muito mais prazerosa.

    Beijos

    ResponderExcluir
  35. E sinto falta de tantas coisas mais
    que não digo

    Nos espaços fechados!

    Lindos seus poemas

    Maria Luísa

    ResponderExcluir
  36. Sentimos falta nos outros e em nós mesmos, né, Marilene? Que poema excelente. Bjs e bom fim de semana.

    ResponderExcluir
  37. Um poema genial!
    A foto é forte.
    Bjs

    ResponderExcluir
  38. Que lindo poema,Marilene!
    Eu também sinto falta de gargalhadas, não vejo mais os jovens sorrindo pra valer, eu sempre gostei de sorrir, de dar gargalhadas com meus amigos, mas acho que as pessoas hoje estão mais tristes, mais contidas, mais sozinhas,o que acha?
    parabéns pelo lindo poema e muito reflexivo!
    bjus no coração e um final de semana lindo!
    http://www.elianedelacerda.com

    ResponderExcluir
  39. Querida Marilene!

    não é só você que sente falta de todo o que escreveu em seu poema,acho que muitos/as de nós sentimos isso.

    muito bem escrito e muito real, alem de ser um belíssimo poema.

    bom fim de semana

    um beijo

    :)

    ResponderExcluir
  40. Oi, Marilene, muito bem escrito! Acho que ainda sou dessas pessoas que se mostram autenticamente sem travas, mesmo sabendo que isso causa certo estranhamento nas pessoas acostumadas e viverem individualizadas em seu mundo pálido e frio.
    Um dos meus maiores medos é caminhar para esse mundo onde nada tem cor, o que me faz sempre viver no esforço de conservar o afeto e a alegria. Seria bom se os sentimentos que citou fossem revividos, não?
    Um abraço!

    ResponderExcluir
  41. Olá querida Marilene, como não sentir falta de tantas coisas que fazem bem à vida.
    Sinto como você, falta do que sempre fez parte de minha vida e hoje, parece ser difícil
    mostrar as emoções.
    Ah! quanta falta tudo isso me faz......
    Grande beijo!

    ResponderExcluir
  42. Amiga Marilene:

    É bem verdade, também sinto falta de verdadeiras e espontâneas emoções.
    Será que é da idade, ou será que é por causa da vida que não é fácil ?

    Um poema que mostra tanta sensibilidade.
    beijinho grande



    ResponderExcluir
  43. Minha linda, à espera de nova postagem venho deixar pequeninos sorrisos para que tu possas transformar numa gostosa gargalhada, minúsculas estrelas para que formem uma estrela cadente e transportem a ti meu desejo de que tua semana linda, iluminada, alegre, como a bela expressão que tens no rosto na tua foto de Perfil.
    Com carinho,
    Helena
    (http://helena.blogs.sapo.pt)

    ResponderExcluir
  44. Lindo o que vi por aqui, Marilene! Lindo esse seu espaço! Parabéns!

    Beijos!
    Alcides

    ResponderExcluir
  45. Maravilhoso poema, também sinto essas faltas todas.
    beijinhos
    Maria

    ResponderExcluir
  46. OI MARILENE!
    UM TEMPO EM QUE DEMONSTRAR SENTIMENTOS POR OUTRA PESSOA É SINÔNIMO DE FRAQUEZA, QUANDO NA VERDADE É ESTAR FORTE DE CORPO E ALMA.
    UM TEXTO QUE NOS LEVA A REFLETIR SOBRE ESTE MOMENTO DE NOSSAS VIDAS.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  47. Bom! Gargalhada eu não digo, mas se pudesses ouvir, ouviria os meus risos ao ver logo de cara essa foto sensacional; me surpreendi e me encantei com a tamanha "bagunça" que a bela jovem, parecendo alegre, estava fazendo na cozinha...

    ResponderExcluir
  48. Compreendo tão bem esta ausência que tu poetisaste lindamente.

    Parabéns!

    Beijinhos

    ResponderExcluir
  49. Faz falta o antigo olhos nos olhos.
    A boca mente, mas os olhos não.
    Bjs

    ResponderExcluir
  50. Delícia de ler, Marilene, pois aquilo que lhe faz falta falta-me a mim também. Quem tem sensibilidade apurada não deixa de se inquietar com certa modernidade que deixa as relações menos humanas.
    Abraço!

    ResponderExcluir
  51. Querida Marilene!

    Adorei, gostaria de passar por isso, com a intuição e a sensibilidade aguçada, nada com estar por perto de quem amamos. Adorei!

    PS. Agora acho que vai dar certo. Deus é Pai. Fique na luz de Deus

    Obrigada por sua amizade e carinho. Amiga tive que fazer novamente o blog, recomeçando do zero. Estou com problemas da vida para resolver

    ResponderExcluir
  52. Marilene, ando pensando muito nisso tudo, mas você o disse tão bem... Tenho saudade da minha própria risada, solta e descompromissada, alheia aos alheios, sorrindo de felicidade, sem se dar conta ,sinto falta de amigos, Cada vez mais fechados,, desaprendemos o sorriso . Você é uma grande escritora. Parabéns.bjs

    ResponderExcluir
  53. Passei para lhe desejar um bom fim de semana amiga Marilene

    beijinho

    ResponderExcluir
  54. Lindo de ler Marilene, um sentimento também por mim partilhado!
    Bjs

    ResponderExcluir
  55. Há poucos motivos para sorrir assim...Gargalhando...Infelizmente hà mais motivo para chorar!
    A imagem que vc escolheu arrasou!!!

    Um grande abraço!

    ResponderExcluir
  56. Olá Marilene!

    Poesia que reflete que o sorriso se esvai dependendo da situação, o choro lava a alma tb, o sorriso enriquece o olhar e faz bem qdo sorrimos verdadeiramente. Já comentei, agora comentei novamente hehehe. Amiga vim pegar o seu link e tenha um bom final de semana.
    Bjs no coração.

    ResponderExcluir
  57. Lindoe real o seu poema. Comungo desta falta, da ausência das sensibilidades,
    Vou ousando com pequenos poemas trazer à tona a importância desta entrega na vida. bjs

    ResponderExcluir
  58. Nem fale querida... Lindas suas palavras e eu tenho amado suas escritas, viu?
    Beijos e ótimo final de semana!...

    ResponderExcluir
  59. Sinto falta também;As pessoas estão mais reservadas.Acho que machucadas ,e descrentes, umas das outras..

    ResponderExcluir
  60. Olá, Marilene
    Bom tudo para nós.
    O que trazemos na memória, da velha infância ?
    Também, não sei.
    Portanto estou cá, para desejar um dia agradável, refletindo que, a maior obra do Criador, é você.
    Um abraço.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...